9 de agosto de 2011

Palestra gratuita com Especialista em Direito Penal


O especialista em Direito Penal, Paulo Busato, ministra palestra nesta quinta-feira (11), às 9h30, na sede das Faculdades Integradas Barros Melo (AESO), em Olinda. O evento, que trará o tema "Transformações dogmáticas no Direito penal dos últimos 40 anos", é aberto ao público. A palestra também marca o aniversário de 40 anos do curso de Direito da Aeso.

Durante o encontro, o jurista fará o lançamento dos livros “Reflexões Sobre o Sistema Penal do Nosso Tempo” e “Crítica ao Direito Penal do Inimigo”. O último traz uma análise crítica da política criminal que abandona as garantias em prol de uma punição mais rígida segundo critérios de identidade do destinatário da sanção penal, e não segundo o fato por ele praticado.

BUSATO - Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Londrina (1986), mestrado em Ciência Jurídicas pela Universidade do Vale do Itajaí (2004) e doutorado em Problemas Atuais do Direito Penal pela Universidade Pablo de Olavide (2005). Professor de Direito Penal da Universidade Federal do Paraná e da FAE-Centro Universitário Franciscano, também é catedrático convidado da Universidad Politécnica de Nicarágua, professor convidado del programa de doctorado da Universidad de Buenos Aires, professor convidado do programa de doctorado da Universidad Pablo de Olavide, em Sevilha, Espanha. Atua na área de Direito Penal, política criminal, processo penal e filosofia da linguagem. Autor de diversos artigos e livros publicados no Brasil, na Espanha e na Nicarágua. Promotor de Justiça no Estado do Paraná.

SERVIÇO
Palestra: Paulo Busato
Data: 11 de Agosto de 2011
Horário: 9h30
Local: Auditório da AESO- Barros Melo/Olinda
Entrada franca

8 de agosto de 2011

Ambev abre inscrições para estágio e trainee

A Ambev abre nesta segunda-feira (8) as inscrições para o programa de estágio. A ficha de inscrição está disponível no site www.estagioambev.com.br.
 
Poderão concorrer às vagas os candidatos que estiverem cursando o penúltimo ou último ano do ensino superior e que possuam inglês intermediário.
O objetivo do programa é estimular o potencial dos futuros profissionais, valorizando suas ideias e colocando-os em contato com projetos e marcas de uma das maiores empresas do país.
 
Os interessados podem se candidatar até o dia 2 de setembro.
A seleção é composta por provas de inglês, português e raciocínio lógico, além de dinâmicas de grupo e entrevista individual nas unidades da Ambev.
Após a inscrição, o concorrente deverá consultar periodicamente o site para verificar as datas das provas, que serão realizadas via web até 16 de setembro.
 
O candidato que não realizar a prova no prazo determinado na mensagem de convocação será considerado desistente. No site, o candidato pode obter informações sobre o andamento do processo, resultado das etapas e possíveis convocações para provas futuras.
A Ambev tem ainda um programa de trainee com inscrições abertas até 28 de agosto.

7 de agosto de 2011

O que leva o profissional a perder seu espaço?

Se antes quem detinha o conhecimento técnico era considerado um profissional disputado pelas empresas, com o advento da globalização as organizações passaram a desejar muito mais daqueles que formam seus times. É necessário, por exemplo, que o futuro colaborador traga consigo competências comportamentais que o ajudarão a ter um melhor desempenho tanto individual quanto junto aos demais pares. Isso, por sua vez, só será possível se o indivíduo souber trabalhar em equipe e tiver consciência de que o conhecimento deve ser compartilhado e não restrito a uma única pessoa. 

Apesar das organizações mostrarem nitidamente que os colaboradores necessitam ficar atentos às inovações, há aqueles que apesar de apresentarem um bom potencial - que pode ser aprimorado - não conquistam o que tanto almejam do mundo corporativo. Confira abaixo algumas características que fazem o profissional perder espaço em um mercado, cada vez mais, competitivo.

1 - Acreditar que o conhecimento técnico é suficiente, para que ele possa ter uma carreira promissora e uma rápida ascensão profissional. Hoje, a teoria encontra-se disponível das mais variadas formas: livros didáticos, revistas, sites especializados, além das conhecidas redes sociais. A velocidade com que as informações propagam-se aumenta a cada segundo.

2 - Pensar que ser especialista fará dele a "sensação" da empresa e o profissional de mais destaque. As constantes mudanças no meio corporativo exigem que os profissionais adaptem-se ao novo. Diante disso, ocorreu uma evolução: saímos da fase de generalistas, passamos para especialistas e hoje o mercado espera que o talento seja um nexialista, ou seja, aquele indivíduo que não tem a resposta para tudo, mas que sabe muito bem onde encontrar a solução, com isenção e visão gestáltica que permite a análise do "todo" e de "suas partes".

3 - Perde espaço no mercado de trabalho quem tem em mente que o conhecimento possui "dono" e que o mesmo em momento algum deva ser compartilhado com os demais membros da equipe. É bom salientar que quando alguém compartilha uma informação com outra pessoa, ele não perde espaço, mas sim ganha a oportunidade de trocar experiências com o outro lado. Essa é uma rica oportunidade de aprendizado para profissionais de todas as idades e que atuam nos mais variados segmentos corporativos.

4 - Ser centralizador e se tornar uma "muralha" em relação ao trabalho em equipe. As empresas valorizam muito o colaborador que é adepto do espírito de camaradagem, uma vez que essa competência comportamental influencia a melhoria do desempenho individual e coletivo.

5 - Perdem também espaço para o mercado de trabalho aqueles que se mostram contrários aos processos de inovação e ainda acreditam que "Em time que está ganhando, não é preciso mexer". Não existem mais fronteiras para a disseminação do conhecimento, pois a tecnologia permite que milhões de pessoas tenham acesso a novas informações em uma velocidade que aumenta a cada dia. O que é novo nesse momento poder tornar-se obsoleto em questão de dias ou até mesmo de horas.

6 - Esperar que a empresa faça tudo pelo seu desenvolvimento é um dos erros mais graves que um profissional pode cometer contra a sua empregabilidade. Se a organização não oferece, independentemente do motivo, ferramentas para que o colaborador desenvolva novas competências, existe a opção de ir à busca do autodesenvolvimento através de leituras especializadas, cursos que muitas vezes podem ser realizados gratuitamente através da internet, por exemplo. Há ainda aquela agradável conversa que o profissional pode ocorrer com o colega mais experiente e que pode possui conteúdo de valor para agregar.

7 - Existe também aquele profissional que tem a oportunidade de desenvolver competências porque a empresa em que atua oferece treinamentos regulares, mas que deixa o "barco passar". Caso não exista uma obrigatoriedade que pese no plano de cargos e salários, por exemplo, a pessoa fica a ver navios porque acredita que participar de cursos é perda de tempo. Isso o faz ser um grande simpatizante da chamada zona de conforto - uma grande inimiga tanto das empresas quanto dos funcionários.

8 - Para conhecer os pontos fortes e trabalhar aqueles considerados fracos, o funcionário que não quer perder espaço no mercado precisa saber dar e receber feedback. Considere-se aqui feedback não como um "puxão de orelha", mas sim um diálogo construtivo que permite que o profissional tenha a oportunidade de, juntamente com seu gestor, elaborar um plano de desenvolvimento. Vale um lembrete: quem dá feedback precisa dominar esse recurso. Caso contrário, os efeitos podem ser extremamente negativos para a saúde da empresa.

9 - Comprometimento com suas atividades. Esse é um diferencial que as empresas valorizam e que se torna perceptível em como o funcionário comporta-se no dia a dia. Pessoas que não dão o melhor de si e vão trabalhar apenas para receber a remuneração ao final de cada mês, correm um risco significativo de serem desligadas da organização.

10 - Visão de futuro não é apenas um privilégio de quem assume funções de destaque, mas sim de todos que fazem parte do organismo vivo que é uma organização. Quem não consegue enxergar o amanhã, perdeu o dia de "hoje" porque não tem ideia do seu papel no contexto corporativo e do valor que pode agregar ao negócio. A pessoa que permite ser apenas mais um número na folha de pagamento é vulnerável a perder seu espaço na empresa e abre oportunidades para que outros se tornem um diferencial.

5 de agosto de 2011

Pular de empresa em empresa não é bem visto por recrutadores

Casos como do apresentador Datena não são bem vistos no mercado corporativo;para estimular fidelidade, empresas oferecem benefício.

Quem assistiu ao programa “CQC”, da Rede Bandeirantes, na segunda-feira, viu o apresentador José Luiz Datena como âncora, substituindo o titular Marcelo Tas. Datena, que mudou cinco vezes de emissora e acaba de voltar para a Band, fingia a todo o momento que se esquecia em qual emissora estava. "Ontem era Record, hoje é Band", dizia Rafinha Bastos, um dos apresentadores.

Na vida real, as constantes mudanças de empresa em um curto espaço de tempo, geralmente, não são bem vistas pelos recrutadores, avalia Monika Hamori, professora de administração e recursos humanos na IE Business School.

Falácias

Em um artigo publicado na revista Harvard Business Review, em 2010, a professora identificou quatro falácias na carreira, sendo que uma delas dizia, justamente, que “quem troca sempre de emprego, sobe”. Segundo Monika, a lealdade é uma coisa boa.
Em seu estudo sobre a rotatividade na carreira, a professora diz que os executivos que permaneciam na mesma companhia eram promovidos mais rapidamente do que aqueles que saíam em busca de outras oportunidades. “Uma provável razão para o desempenho melhor de candidatos internos é que a empresa sabe mais sobre eles. Promover alguém de dentro traz menos riscos do que contratar alguém de fora, por mais extenso que seja seu currículo ou mais detalhadas, as referências”, explica Monika.
A professora cita que um recrutador do setor financeiro comentou com ela que seu mercado gosta de pessoas que têm em seu currículo duas ou três empresas. Depois disso, eles olham o tempo que esse candidato ficou em cada companhia. É bem aceitável ter ficado dez anos em uma empresa, depois dois ou três anos na seguinte e ter novamente uma longa permanência de uns oito anos.
Um estudo da rede profissional ExecuNet, de 2009, concluiu que o executivo, hoje, fica em média 3,3 anos numa organização antes de buscar outros ares – em sua passagem pela Record, Datena ficou menos de dois meses.

Fidelidade consigo mesmo

Em sete anos de carreira, o executivo do setor de compras A. L., que preferiu não se identificar, mudou de emprego quatro vezes. Foi trainee em uma emissora de televisão, depois trabalhou em uma companhia de informática, em uma siderurgia e, atualmente, trabalha em uma empresa de cosméticos. “Eu busco o crescimento na minha carreira com responsabilidade, mas nunca deixei um ‘buraco’ por onde passei. Ou seja, antes de sair, eu alinhava os processos com meus superiores e preparava um sucessor”, conta.
Apesar de a rotatividade de empregos não ser muito bem vista, ela é compreendida como uma característica inerente, principalmente, à geração Y. “Eles são mais autônomos, mais independentes, vivem mais para si, a lealdade deles é com eles mesmos e não com a empresa”, classifica Aline Souki, professora de comportamento organizacional e gestão de pessoas em cursos de pós-graduação da Fundação Dom Cabral.

Retenção de talentos 

E essa falta de “fidelidade corporativa” está fazendo com que muitas empresas adotem medidas para reter os profissionais considerados mais talentosos. Uma pesquisa da Câmara Americana de Comércio (Amcham) aponta que como parte da estratégia para reter talentos, mais de 40% das empresas adotam a flexibilidade de horários e 34,5% criam planos de carreira específicos para esses jovens.
Segundo Eduard Schein, autor do livro “Career Anchors Revisited: Implications for Career Development in the 21st Century” (Âncoras de Carreira Revisitadas: Implicações para o Desenvolvimento na Carreira no Século 21, em tradução livre do inglês), para reter esses talentos, as empresas precisam oferecer atrativos que os segurem.
Schein identificou oito “âncoras” de carreira. As principais, segundo o levantamento, são autonomia e independência; e segurança e estabilidade. Para o autor, a âncora predominante é aquela de que o profissional não abrirá mão mesmo em processos difíceis de tomada de decisão e pode ser identificada a partir de experiências reais.
Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), a rotatividade de jovens de 15 a 18 anos no mercado, no período de 12 meses, aumentou 73,5% em dez anos: a taxa passou de 41,2%, em 1999, para 71,4%, em 2009. A conta equivale a dois em cada três brasileiros nessa faixa etária, com carteira de trabalho assinada, trocassem de emprego em um ano.

3 de agosto de 2011

Gerdau abre inscrições para programa de Trainees

A Gerdau inicia, nesta quarta-feira, (03), mais uma edição do Programa Futuro Gerdau Trainees, que oferece oportunidades profissionais para jovens talentos recém-formados em diversas áreas de atuação. Com cerca de 100 vagas distribuídas em oito estados brasileiros, o programa é uma das principais iniciativas para seleção e desenvolvimento de novos profissionais da empresa.
 
As oportunidades profissionais diferenciadas possibilitam ao participante do programa de trainees conhecer a estrutura e os desafios da produtora de aço. Durante os dois anos de duração, os trainees selecionados passarão por uma série de treinamentos e avaliações estruturadas, além de desafios na coordenação de projetos com o objetivo de ampliar o conhecimento e o desenvolvimento de suas competências.
Para participar, os candidatos devem ter nível intermediário na fluência da língua inglesa e/ou espanhola e conhecimentos de informática. Além disso, devem ter disponibilidade para mudança de cidade. A seleção será feita em etapas eliminatórias, que incluem teste online de inglês e raciocínio lógico, laboratório de competências, painel de negócios, entrevistas individuais com gestores e exame de proficiência em língua estrangeira.
 
Podem se inscrever candidatos graduados entre dezembro de 2009 e dezembro de 2011 nos cursos de Administração, Ciência da Computação/Informática, Contabilidade, Publicidade e Propaganda, Direito, Economia, Marketing, Pedagogia, Psicologia, Engenharia de Automação, Engenharia Civil, Engenharia Elétrica, Engenharia Eletrônica, Engenharia de Materiais, Engenharia Florestal, Engenharia Mecânica, Engenharia Mecatrônica, Engenharia Metalúrgica, Engenharia de Minas, Engenharia de Produção e Engenharia de Segurança.
 
As inscrições devem ser feitas pelo site www.traineesgerdau.com.br até o dia 04 de setembro.

2 de agosto de 2011

Unilever abre inscrições para Estágio e Trainee

Estão abertas as inscrições para o Programa de Estágio e Trainee da Unilever, temporada 2012. As inscrições começam nesta segunda-feira (1º) e vão até o dia 05 de setembro e podem ser feitas pelo site da empresa (www.unilever.com.br). Os candidatos selecionados passarão por etapas de testes on-line, virtuais e presenciais como dinâmicas de grupo e entrevistas individuais. As vagas estão concentradas nos estados de São Paulo, Pernambuco, Minas Gerais e Goiás e os aprovados começarão a trabalhar no início de 2012.
 
O interessado deve ter concluído sua graduação ou pós-graduação entre junho de 2009 e dezembro de 2011 e ter disponibilidade para residir fora do seu local de origem. Além da parte acadêmica, será exigida capacidade de liderança e de trabalhar em equipe, pensamento criativo e analítico. As áreas disponíveis são as de Relacionamento com Clientes, Marketing, Finanças, Recursos Humanos, Tecnologia da Informação, Supply Chain (Manufatura e Administrativo) e Pesquisa e Desenvolvimento (R&D). Além do salário, também serão oferecidos assistência médica e odontológica, alimentação, estacionamento, seguro de vida em grupo e plano de previdência privada, programa de qualidade de vida.
 
ESTÁGIO – Ao todo, são aproximadamente 180 vagas. Para se candidatar, os interessados devem cursar o penúltimo ou último ano do curso universitário com graduação em 2012, ter disponibilidade para trabalhar de quatro a seis horas diárias, ter inglês intermediário e não estar inscrito no Programa de Trainee da Unilever em 2012.
 
Durante o período de um ano, o estagiário vivenciará o cotidiano da área e receberá a capacitação necessária para o seu desenvolvimento. Nesse processo, ele terá contato com temas como atuação em projeto, orientado pela liderança da área, complementação da formação acadêmica e aquisição de experiência profissional, e participará de módulos de treinamento complementares.

No processo de seleção os candidatos passarão por diversas etapas eliminatórias como testes virtuais e dinâmicas de grupo. Além da bolsa auxilio, o estagiário receberá também assistência médica, alimentação, seguro de vida e auxílio transporte.